2 de maio de 2016

Esteja preparado para a Internet das Coisas.


Novas oportunidade de negócios

A Internet das Coisas permitirá novos ramos de negócios aflorarem no mercado. Veremos empresas que se especializarão na criação de frameworks, o suporte entre o produto e o aplicativo que o conecta na rede. Como a possibilidade de produtos são quase infinitas, cada um precisará de uma framework específica, ou seja, o mercado será imenso. Por isso veremos diversas empresas se especializarem nesse novo ramo.

                                                   


Operações inteligentes e eficientes

Um dos pontos chaves desse conjunto de inovações tecnológicas é a quantidade de informação que as pessoas geram. Como quase tudo estará conectado na internet, nós produziremos dados constantes sobre diversos pontos de nossas vidas. Quantas vezes usamos tal aparelho ou quais os tipos de alimentos que estamos consumimos, por exemplo.

Toda essa informação produzida pode ser analisada e aplicada diretamente nas empresas. Assim, elas saberão exatamente o que fazer para agradar melhor o seu cliente, podendo agilizar a resposta às suas necessidades.

Estar conectado com seu cliente permite às empresas serem mais assertivas nas suas decisões. Como a velocidade das informações estará muito maior, elas conseguirão diagnosticar problemas e assim agir sobre eles. Mudança de preço, logística e suporte, que antes levariam muito tempo de análise de dados e estudos, agora se tornam rápidas e eficientes para o empresário.

Esteja preparado para os dados

O potencial da Internet da Coisas gira em torno da quantidade de informação que pode ser gerada pelas pessoas. Mas para as empresas conseguirem ter acesso a esses dados, elas precisam captar esses dados e depois entendê-los.

Primeiro, as companhias precisarão desenvolver aplicativos e implantá-los em seus produtos para conseguir mensurar essas informações. Nos próximos anos, veremos produtos com sensores que identificam quanto tempo falta para manutenção do mesmo, outros que analisaram o gasto de energia, capacidade já utilizada, entre outros.

Segundo, além de ser capaz de captar os dados, é importante saber analisá-los. Por isso, veremos aplicativos capazes de analisar toda essa informação e fornecer soluções para as empresas agirem a tempo.

Antes víamos a Internet das Coisas como algo distante, como um futuro incerto, mas hoje é indiscutível sua presença na nossa vida. Com a velocidade das inovações tecnológicas, a tendência é vermos mudanças significativas nos próximos anos e por isso precisamos estar atentos a elas!

Fonte: Impacta (adaptado)

As Influências da Internet das Coisas

Através da utilização das novas tecnologias, a internet deixa de conectar apenas as pessoas e passa também a conectar as coisas que nos rodeiam e ligá-las entre si, permitindo uma infinidade de usos e possibilidades. 


Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil




"É o que os estudiosos vêm chamando de quarta grande onda. A primeira foi o e-mail, seguido da web, os mobiles e, agora, a Internet das Coisas", explica o analista de infraestrutura do Ministério das Comunicações, Guilherme Corrêa.







Se formos utilizar exemplos, podemos imaginar uma conexão entre a cama do nosso quarto com o ar condicionado, no qual a mesma informa que a temperatura dela está acima do normal e envia um comando para o ar-condicionado, fazendo com que ele ligue e normalize a temperatura ambiente ou um cesto de lixo que indique ao agente de limpeza urbano que ele já está cheio e precisa ser recolhido?!

A inteligência desses dispositivos provem de transmissores embutidos neles que geram dados sobre as nossas rotinas, preferências, hábitos, dentre outros exemplos... E é esse trabalho de "interpretação" (que envolve muitos fundamentos matemáticos e estatísticos) uma das chaves para o sucesso e para o pleno desenvolvimento desse conceito, explica o analista do Ministério.


Fonte: Ministério das Comunicações (Adaptado)

1 de maio de 2016

Internet das coisas pode ser instrumento de política pública, diz especialista




Texto por: Pedro Peduzzi

Até 2020, cerca de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à chamada "internet das coisas" – conexão de objetos usados no dia a dia à rede mundial de computadores e entre si, como eletrodomésticos, smartphones, televisões e computadores. Segundo estudos, o setor movimentará algo em torno de US$ 19 trilhões. Para a administração pública, em especial para as prefeituras, o grande desafio será fazer os investimentos necessários para transformar a nova tecnologia em instrumento de políticas públicas.

Segundo o analista de Infraestrutura e chefe do Núcleo de Internet das Coisas do Ministério das Comunicações, Guilherme Corrêa, as empresas interessadas em prestar serviços nessa área às prefeituras precisam mostrar que as aquisições podem representar economia e redução de gastos para os municípios. “A internet das coisas inevitavelmente será usada para auxiliar a administração pública a ampliar e melhorar suas políticas públicas. Isso ficará mais claro até o final do ano, quando lançaremos as diretrizes do Plano Nacional M2M [termo que se refere à comunicação entre máquinas]”, disse Corrêa à Agência Brasil, após participar de um painel no seminário Huawei Innovation Day, em Brasília.

O analista citou estudos prevendo que, até 2020, haverá no mundo cerca de 50 bilhões de dispositivos conectados à internet das coisas, e que isso acarretará na necessidade de investimentos em larga escala para a prestação de serviços por meio dessa tecnologia. "Para os municípios brasileiros, isso poderá acarretar em dificuldades, caso não resolvam os problemas de falta de recursos", afirmou.

Ao se dirigir a representantes do setor privado, Corrêa sugeriu que, ao oferecer seus produtos, as empresas precisam deixar claro que as propostas representam “economia e redução de gastos”. “A solução será, por exemplo, mostrar [às prefeituras] que a economia com iluminação pública ou transporte público será maior do que o custo para a implantação da internet das coisas nos postes ou no sistema de transportes”.

Essa estratégia pode também ser adotada no âmbito do governo federal, que planeja acionar órgãos e ministérios com potencial de uso da tecnologia para a oferta de políticas públicas. Com esse propósito, o Ministério das Comunicações tem mantido diálogo constante com as pastas de Agricultura; Cidades; Minas e Energia; e Educação. “Se embarcarmos juntos, criaremos demanda e escala. Com isso reduziremos preços”.

O governo poderá usar também sua capacidade de mobilização para fazer a tecnologia avançar a um custo mais barato por meio da economia de escala, com a ajuda de outros setores. “Uma alternativa será o uso de recursos não-financeiros, por meio do poder de mobilização do Estado junto a diversos setores, também com o propósito de criar demanda e escala”.

Ainda está dentro das estratégias do governo e das diretrizes do Plano Nacional M2M – para tornar mais barata a prestação de serviços e de políticas públicas por meio da internet das coisas - viabilizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, capacitação e estudos de padrões de segurança e interoperabilidade dessa tecnologia.